sábado, 14 de maio de 2016

Os Jogos Olímpicos Rio 2016. Valores e Símbolos Olímpicos. Significados da Bandeira e Anéis Olimpicos. Os Mascotes. História dos Jogos. Atividades


“O mais importante nos Jogos Olímpicos não é vencer, mas participar, assim como a coisa mais importante na vida não é triunfar, mas lutar. O essencial não é conquistar, mas ter lutado bem”.   
Barão de Coubertin (1863-1937)

A frase  acima representa a essência do espírito esportivo. Foi dita pelo bispo Ethelbert Talbot, do estado da Pensilvânia (EUA), durante um serviço religioso na Catedral de São Paulo, em Londres, capital da Inglaterra, em 1908,  e adotada pelo Barão de Coubertin.  Exprime o contrário dos Jogos da Antiguidade, onde a vitória era tudo, e conquistar era o esperado. Há milhares de anos o esporte promove a união dos povos. Na Grécia, onde  tudo começou, as guerras eram suspensas para que atletas pudessem atravessar territórios inimigos e disputar os jogos. Era a chamada Trégua Olímpica, trazida para a Era Moderna. Hoje é um movimento mundial que incentiva a paz através dos jogos.

Esta é uma publicação simultânea com o blog Loucos por Tecnologias 


Quando e Onde Serão os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos  de 2016 

A cada quatro anos um país é escolhido como sede  pelo  Comitê Olímpico Internacional (COI).  

Os Jogos Olímpicos de 2016, oficialmente Jogos da XXXI Olimpíada, ocorrerão no período de  5 a 21 de agosto na cidade do Rio de Janeiro, Brasil.   

Os Jogos Paraolímpicos ocorrerão de 7 a 18 de Setembro,  também  no Rio de Janeiro (cidade-sede) Brasil, país da América do Sul. 

A escolha foi feira durante a 121ª.  sessão do Comitê Olímpico Internacional (COI), em 2 de Outubro de 2009,  na cidade de Copenhague, capital da Dinamarca, pais do Norte da Europa (país nórdico)

O evento reunirá delegações de  206 países, que chegarão ao Brasil para participar dos Jogos Olímpicos e  Paraolímpicos. 


Os dois eventos envolvem 11 mil atletas, 42 modalidades esportivas, 306 provas, 37 arenas, 70 mil voluntários e  30 mil Profissionais de Mídias.





                   Esportes Olímpicos -   42 modalidades Olímpicas  de 33 esportes

Você vai vibrar e se emocionar com a disputa de 42 modalidades Olímpicas. Em 19 dias de competição  306 provas valerão medalhas: 136 femininas, 161 masculinas e nove mistas.


Veja a Relação de todos os esportes e modalidades olímpicas Rio  2016 
no final deste post


Assista ao vídeo que mostra os esportes olímpicos  e as modalidades disputadas


Esportes Olímpicos  (Clique na imagem para ampliar) 

Pictograma Olímpico. Veja no vídeo as modalidades e escute  o som da 
pronúncia dos nomes. clique no link:

https://www.youtube.com/watch?v=_yi1sk35vsQ



É a primeira vez que os Jogos Olímpicos ocorrem na América do Sul, e a segunda vez na América Latina,  depois da cidade do México, em 1968. Acontecerá pela terceira vez no Hemisfério Sul, depois de Melbourne em 1956 e Sidney, Austrália, em 2000.


Cidades das competições

Há milhares de anos o esporte promove a união dos povos. Tudo começou na Grécia, numa época em que as guerras eram suspensas para que atletas pudessem atravessar territórios inimigos e disputar os jogos. A chamada Trégua Olímpica foi trazida para a Era Moderna e hoje é um movimento mundial que incentiva a paz por meio dos jogos.

A Participação de Atletas Refugiados na Rio 2016

Pela primeira vez na história dos Jogos Olímpicos teremos a participação de atletas refugiados. São 60 milhões de pessoas expulsas de seus lares, de seus países, pelas guerras internas, espalhadas pelo mundo inteiro, inclusive no Brasil, onde a violência cresce a cada dia. Será uma participação especial e muito comovente. Todo o nosso apoio a esses jovens. Para celebrar este evento universal, vamos cantar a música Normal é ser Diferente,de Jair Oliveira.      https://www.youtube.com/watch?v=oueAfq_XJrg 

Cante a Música Tema das Olimpíadas Rio  2016 -  RISE,    BY  Katy  Perry 
Katy Perry - Rise (Erguer) - NBC Olympics video.  CLIPE OFICIAL / ÁUDIO OFICIAL Legendado/Tradução Português


Valores e Símbolos Olímpicos

A bandeira olímpica. 
Os 5 aros


O significado e os valores do Olimpismo são transmitidos pelos seus  símbolos, que  refletem os ideais e a filosofia do Movimento Olímpico.  

 Transmitem a   mensagem de uma
forma simples e direta. Eles dão aos Jogos e ao Movimento Olímpico uma Identidade. Vamos conhecer cada um deles:

1- Os aros ou arcos ou anéis  olímpicos e a bandeira 
 olímpica  -  os cinco aros interligados sobre um  fundo branco, nas cores azul, amarela, preta, verde e vermelha,  representam a união dos cinco continentes:  África, Ásia, América, Europa e Oceania. 

Os aros compõem a  Bandeira Olímpica, que é hasteada em todas as cerimônias oficiais dos Jogos. Essas cores foram escolhidas porque aparecem em todas as bandeiras nacionais.   
Os cinco anéis  estão entrelaçados, demonstrando a universalidade do Olimpismo e a reunião de atletas de todo o mundo durante os Jogos Olímpicos. Constituem a principal representação gráfica  dos jogos e a marca do próprio Comitê Olímpico Internacional (COI). 

O lema olímpico
escrito em latim 

2Lema:  o  lema olímpico é: Citius, Altius, Fortius, ou seja, o mais rápido, o mais alto, o mais forte – em latim, língua falada no antigo Império Romano.  

O lema olímpico foi criado pelo Padre Henri Didon, amigo de Coubertin e adotado desde a primeira edição realizada em Atenas,capital da Grécia, em 1896. Traduz o ideal olímpico.  Resume a postura que um atleta precisa ter para alcançar seus objetivos e conquistar a medalha olímpica. Sua essência está na superação dos limites.  É um lema considerado sinônimo do espírito olímpico, pois define a ânsia do ser humano pela superação de limites através da prática desportiva.


3- A tocha ou chama é acesa em Olímpia, na Grécia. Representa o elo (ligação) entre os Jogos da Antiguidade  e os Jogos da Era Moderna.  O fogo é um símbolo sagrado desde os tempos da pré-história. Para os antigos gregos representava a criação do mundo e sua renovação.  
A tocha olímpica Rio 2016,
com as  
cores do Brasil


O fogo era o símbolo do deus Vulcano e considerado um presente do deus grego Prometeu,  para a humanidade, depois de tê-lo roubado de Zeus, segundo conta a mitologia grega.  

O fogo sagrado  tido como elemento purificador, anuncia o começo dos Jogos e convoca o mundo a celebrá-los em paz. A cada edição, a cidade-sede cria a sua própria Tocha, que ganha novos desenhos e formas, de acordo com a cultura do país sede.


No centro de cada cidade-estado grega havia um altar com uma chama que nunca se apagava, em homenagem à deusa Hestia ou Vesta, protetora da família. 

A pira olímpica queimou pela primeira vez nos Jogos de Amsterdã, capital da Holanda, país do centro da Europa,  em 1928. Depois, em Los Angeles, nos Estados Unidos, em 1932, ambas cidades-sedes.
A Pira e o Fogo Olímpicos
O ritual do revezamento da chama começa sempre com um corredor grego, que recebe a tocha acesa de uma jovem vestida com uma túnica branca, representando as antigas sacerdotisas gregas. 

A cerimônia é feita nas ruínas de  Olímpia, antiga cidade-estado grega, onde nasceram os jogos (foto  abaixo).  

O ritual de revezamento da tocha começa
na cidade de Olímpia, na Grécia

 O percurso deve ser feito, quando possível, por terra. O último atleta, aquele que vai acender a pira, precisa ser do país organizador. A pira fica acesa até o encerramento dos Jogos.

4- O hino: foi criado por dois músicos gregos: a letra por Costis Palamas e a música (a melodia) por Spirou Samara, em 1896. Foi  executado pela primeira vez em Atenas, no dia 25 de março daquele ano,  durante a cerimônia de abertura da primeira Olimpíada da Era Moderna, em 1896,  por um grupo de músicos filarmônicos gregos. Em 1958, o Hino foi adotado oficialmente pelo Comitê Olímpico Internacional (COI).   Desde então,  é executado quando a bandeira olímpica é hasteada em todas as cerimônias oficiais de abertura dos jogos olímpicos.

Letra do Hino Olímpico  


" Espirito imortal da Antiguidade,
Criador augusto da verdade, beleza e bondade,
Desça aqui, apresente-se, irradie sua luz sobre nós,
Por sobre este campo e debaixo deste céu
Que primeiro testemunharam sua chama  imperecível.
Traga vida e entusiasmo para estes nobres jogos!
Atire coroas de flores com frescor eterno aos vitoriosos
Da corrida e da luta.

E crie em nossos peitos corações de aço!
Em sua luz, planícies, montanhas e mares
Brilham em matizes rosados e formam um vasto  templo
No qual as multidões de todas as nações vão adorá-lo,
Oh! Espírito imortal da Antiguidade.”
5- O juramento dos atletas

O juramento é feito por um atleta anfitrião na abertura dos Jogos. O juramento olímpico foi escrito pelo Barão de Coubertin e proclamado em uma cerimônia de abertura pela primeira vez, em 1920, nos Jogos de Antuérpia, pelo esgrimista belga Victor Boin. Leja o texto: 


Texto do juramento dos atletas

"Em nome de todos os competidores, eu prometo participar nestes Jogos Olímpicos, respeitando e cumprindo com as normas que o regem, no verdadeiro espírito esportivo, pela glória do esporte e em honra às nossas equipes".
A medalha  olímpica

6- A medalha - toda medalha olímpica de premiação (ouro, prata e bronze) deve ter, no mínimo, 60 mm de diâmetro e 3 mm de espessura. A medalha de 1º lugar deve conter, obrigatoriamente, 6 g de ouro puro, no mínimo. Além disso, todos os atletas e oficiais, recebem também uma medalha de participação, oferecida pelo comitê organizador local.


Coroa-de-louros
A coroa de louros


Em Atenas, a coroa de louros como símbolo de distinção e glória foi substituída pelos ramos de oliveira, considerada a árvore protetora da cidade. 

A premiação não se dava por medalhas e sim por uma coroa de ramos de oliveira. A oliveira era uma árvore sagrada na Grécia antiga, podendo durar até 2000 anos. Ela trazia significados como: sabedoria, harmonia, percepção, amplitude e paz.

7-  Os/as Mascotes - o mascote é uma espécie de embaixador dos Jogos e tem o papel de disseminar as mensagens do evento e os valores do espírito olímpico para todas as pessoas, especialmente o público infanto-juvenil (as crianças e os jovens). 


A palavra mascote é de origem francesa (mascotte). Para o dicionário do Aurélio (1986) é um substantivo feminino;  outros dizem ser um substantivo de dois gêneros: masculino e feminino.  Significa pessoa, animal ou coisa que dá sorte, traz felicidade; animal ou objeto de particular estimação de uma pessoa ou de um grupo.   Retratados, geralmente, por animais, eles também ajudam a divulgar o país-sede  dos jogos olímpicos, e expressam detalhes da cultura local.  

As Mascotes dos jogos Rio 2016

O  ou a mascote dos Jogos Olímpicos Rio 2016 chama-se Vinicius e tem como inspiração a fauna brasileira, ou seja, os nossos animais. Seu nome é uma homenagem ao poeta, cantor e compositor Vinícius de Moraes,  um dos precursores da Bossa Nova Brasileira.

Vinícius representa
a fauna brasileira
 (os animais)

Nosso mascote traduz a alegria dos brasileiros,  sentida por toda a natureza, quando na data histórica de 2 de outubro de 2009, foi anunciado que o Rio de Janeiro seria a sede dos Jogos Olímpicos 2016. Nosso  mascote nasceu dessa energia, que representa a diversidade dos animais da nossa fauna. 

Vinícius consegue se esticar o quanto quiser e imitar qualquer animal da fauna brasileira. Adora praticar todos as modalidades de jogos olímpicos, passear pela cidade e conversar com seu grande amigo Tom - o mascote dos jogos paraolímpicos. Seu passatempo favorito é fazer novos  amigos

Vinícius mora na Floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro, a maior floresta urbana do mundo. Adora conhecer gente do  mundo todo. Tom,  o mascote  dos Jogos Paraolímpicos Rio 2016, é o seu  amigo de todas as horas. 
O mascote Tom
representa as
nossas florestas 

Tom - O Mascote dos Jogos Paraolímpicos

Meu nome é Tom. Sou   uma criatura mágica,  mistura de todas as plantas das florestas brasileiras. Nasci   da explosão de alegria  do povo brasileiro, quando no dia 2 de outubro de 2009,  foi anunciado  que os Jogos Paraolímpicos de 2016 seriam no  Rio  de Janeiro. Minha  missão é inspirar todo mundo a usar a criatividade e a determinação  para ir sempre mais longe e se divertir. Tom ganhou o nome do cantor, compositor e maestro brasileiro, Tom Jobim.  Representa a nossa flora (as plantas), enquanto Vinícius representa a  nossa fauna (os animais)

Historia dos Jogos Olímpicos - Origem


A Olimpíada é uma disputa milenar, que já passou por diversos momentos e mudanças. Sua história divide-se em duas fases: Os  Jogos Olímpicos  da Antiguidade e os Jogos da Era Moderna.

Imagem do Pinterest

Tudo começou há muito tempo atrás, na cidade de Olímpia, na Grécia. O objetivo principal era homenagear os deuses, principalmente Zeus, o mais importante deus grego. Desde aquela época os jogos já eram realizados de 4 em 4 anos, porém só na cidade de Olímpia, por isso o nome Olimpíadas.  Havia várias modalidades de esportes e a corrida foi a única a ser disputada nos 13 primeiros jogos olímpicos, pois a distância percorrida era de apenas 85 metros , mas com o tempo foi aumentando essa metragem.

  Os  Jogos   da Antiguidade

Os Jogos Olímpicos foram criados pelos gregos, ainda na Era Antiga, por volta de 2.500 a.C. (antes de Cristo). Segundo a mitologia, os Jogos nasceram pelas mãos de Hércules, para homenagear seu pai, Zeus,  o maior dos deuses na mitologia grega.

A  competição reunia várias cidades para disputar os jogos no santuário da cidade de Olímpia – de onde  vem o nome olimpíada. Antes das disputas eram selados acordos de cessar-fogo para suspender  as guerras  entre cidades inimigas. Disputavam provas de atletismo, luta, boxe, corrida de cavalo e pentatlo. Os vencedores eram cingidos por uma coroa de folhas de louro, único prêmio e símbolo da maior vitória.

Podiam participar das competições apenas os cidadãos livres, sendo proibida a participação das mulheres. Apenas mulheres virgens – as sacerdotisas de Dêmetra, 
podiam entrar no estádio para assistir aos jogos. Mas elas tinham um torneio próprio, disputado pouco antes das Olimpíadas, no mesmo estádio de Olímpia, batizado de Heraea, em homenagem a Hera, a esposa de Zeus.

A tradição das Olimpíadas sofreria um duro golpe com a invasão da Grécia pelos romanos, em 456 a.C., quando o imperador Teodósio I proibiu a adoração aos deuses. Finalmente, os Jogos  que uniram  os gregos até o ano 394 D.C. (depois de Cristo), chegam  ao fim. O imperador romano Teodósio II convertido ao cristianismo, proibiu todas as festas pagãs, inclusive os Jogos Olímpicos, pondo fim a um período de competições notáveis da história grega.  Segundo historiadores, até a invasão da Grécia pelos romanos,  foram disputadas quase 300 edições dos jogos em Olímpia.

Os Jogos Olímpicos da Era Moderna -1896

Após mais de 1500 anos adormecidos, os jogos foram ressuscitados pela iniciativa do pedagogo e historiador francês Pierre de Fredy (1863-1937), o Barão de Coubertin, a quem coube a tarefa de levar adiante o sonho de que o mundo pudesse juntar-se  a cada quatro anos em um grande evento esportivo.

Convencido  de que os jogos são uma fonte de inspiração para o aperfeiçoamento do ser humano, em 23 de junho de 1894 (final do século XIX), ele propôs  a criação de uma competição internacional entre atletas amadores, na tentativa de resgatar  uma competição
nos moldes das Olimpíadas dos gregos antigos. 

Na primeira edição dos Jogos Olímpicos da Era Moderna, em 1896, em Atenas, capital da Grécia, participaram 285 atletas de 13 países, em provas de atletismo, esgrima, luta livre, ginástica, halterofilismo, ciclismo, natação e tênis.


Com as muitas  modalidades de esportes surgiram  o termo no plural - “olimpíadas” e constituiu-se o Comitê Olímpico Internacional (COI), a fim de regular e conduzir a competição da melhor forma.

Um dos maiores destaques da história dos jogos, no entanto, foi a inclusão das mulheres em 1912 como participantes oficiais das Olimpíadas.

Desde a primeira edição em Atenas, em 1896, até Londres, em 2012, os Jogos Olímpicos cresceram a ponto de se transformarem no maior evento do planeta, e o único capaz de reunir delegações de mais de 200 países em uma mesma cidade.  Nem mesmo a Organização das Nações Unidas (ONU) consegue agregar tantas nações.

DESTAQUES  NEGATIVOS

Desde a sua volta na Era Moderna,  os Jogos Olímpicos não ocorreram apenas durante
a Primeira (1914-1918)  e a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Nas Olimpíadas de Berlim (capital da Alemanha), em 1936, o chanceler alemão Adolf Hitler não reconheceu as vitórias de um atleta negro,  o norte-americano Jesse Owens. 

Nas Olimpíadas de Munique,   11 atletas de Israel morreram em um atentado do grupo terrorista palestino Setembro Negro. Os  soviéticos se recusaram  a disputar as Olimpíadas
de Los Angeles, em  1984.   Mas em 1992, durante os jogos de Barcelona, a competição voltou  a ser destaque mundial,  e  o objetivo inicial tinha sido retomado – a celebração  da amizade entre os povos. A competição  se tornou o maior evento de toda a história,
superando  a Copa do Mundo. 

ATIVIDADES

Agora, vamos conferir o que você aprendeu. Complete os espaços  com as palavras que  representam os símbolos olímpicos:
1.O atleta anfitrião faz o _____ na abertura dos Jogos. 
2. “Mais rápido, mais alto, mais forte” -  é o _____ Olímpico. 
3. O ____Olímpico sempre é executado quando a bandeira Olímpica é hasteada. 
4. A _________ Olímpica anuncia o começo dos Jogos Olímpicos. 
5. A __________Olímpica é hasteada em todas as cerimônias oficiais dos Jogos.
6. Dê os significados das palavras flora e fauna. Escreva  uma frase usando cada palavra. Uma terceira frase em  que as duas  palavras aparecem ao mesmo tempo. Ex:  A flora e a fauna do Brasil são muito ricas. 
7. Em que país, cidade e continente ocorrerão os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016?   8. Quem são os mascotes dos Jogos Olímpicos de 2016?
9. Onde e quando surgiram as Olimpíadas Escreva um texto de no mínimo 5 linhas falando sobre os Jogos Olímpicos da Antiguidade e da Era Moderna.  
10. Pinte os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 
11. Pinte as figuras com os esportes olímpicos, bem como  os anéis olímpicos. 

12.  Painel Olímpico Rio 2016. Obá! Tamo junto e misturado!

- Formar  04 equipes com até 10 integrantes.
-   escolher  dois símbolos olímpicos por equipe. Fazer cartazes/banners  em equipes sobre os símbolos olímpicos   para  expor os melhores no painel da sua série,   nas áreas de convivências.  Entrega dos cartazes  até 01/08/16. 

13- Painel dos Esportes Olímpicos. As equipes irão produzir um cartaz/buner com 4 esportes e suas  modalidades, cobrindo o total de 42. 
Título do painel: Esportes Olímpicos Rio 2016. 42 Modalidades de 33 Esportes para você se emocionar !
                           
Basquete 

Os 5 anéis olímpicos. Pinte nas suas cores: verde, vermelho, preto, amarelo e azul. O fundo é branco.
O emblema é formado por  cinco anéis  ou  arcos entrelaçados,  nas cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho sobre um fundo branco. Foi originalmente concebido em 1913 pelo Barão Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos Modernos. Esses cinco anéis representam os cinco continentes habitados, conquistados pelo  Olimpismo e dispostos a aceitar uma concorrência saudável. São eles: África, Ásia, América, Europa e Oceania. 
Esportes Olímpicos - Serão disputadas  42 modalidades de 33 esportes

Você vai vibrar e se emocionar com a disputa de 42 modalidades Olímpicas.  Em 19 dias de competição, 306 provas valerão medalhas: 136 femininas, 161 masculinas e nove mistas.

Relação de todos os esportes e modalidades olímpicas Rio  2016

1 - Atletismo -  São 24 provas no masculino e 23 no feminino:  provas de corrida,  provas de campo,  provas de rua; 2- Badminton  - é disputado em cinco categorias.   Os equipamentos para a prática deste esporte são a peteca e a raquete; 3- Basquetebol;   4- Boxe  - são  14 categorias: onze no masculino e três no feminino; 5- Canoagem:   Canoagem Slalon  e  Canoagem Velocidade;
6- Ciclismo: Ciclismo de Estrada;        Ciclismo Pista;               Ciclismo Montain Bike
7- Esgrima;        8- Futebol ; 9-  Ginástica:  Ginástica Artística. Ginástica Rítmica e  Ginástica de Trampolim;     10- Golfe;     11 - Handebol;  12- Hipismo: Hipismo  Adestramento; Hipismo 
Salto; Hipismo CCE (concurso completo de equitação);   13- Hóquei sobre Grama; 14- Judô;  
 15 - Levantamento de Peso;  16- Lutas Olímpicas: Luta  Estilo Livre  e   Luta Greco-romana;   
 17-  Maratonas aquáticas;     18-  Nado Sincronizado;    
 19-  Natação  – são quatro estilos de nado: Livre ou Crawl, borboleta, peito e costas. Existem também competições denominadas como Medley -  provas que combinam os quatro estilos.      
20-   Pentatlo Moderno  - competições no individual masculino e no individual feminino. A prova acontece na seguinte ordem: Tiro, Esgrima, Natação, Hipismo e Corrida; 

21- Pólo Aquático; 22- Remo;    23- Rugby; 24- Saltos Ornamentais;   25 -Taekwondo
26- Tênis; 27- Tênis de Mesa;     28- Tiro com arco;     29- Tiro Esportivo;   
30- Triatlo -  a prova de triatlo olímpico exige muito preparo físico para suportar os 1,5  km de natação, mais 40 km de ciclismo e  10 km de corrida;   31- Vela   32- Voleibol    33- Vôlei de Praia.
Adaptado da fonte abaixo. Acesso   em 26/07/16 
Imagem do Pinterest
Esportes Olímpicos
http://www.brasil2016.gov.br/pt-br/olimpiadas/modalidades

https://www.rio2016.com/noticias/publico-escolhe-os-nomes-vinicius-e-tom-para-os-mascotes-dos-jogos-olimpicos-e-paralimpicos-rio-2016https://www.rio2016.com/noticias/publico-escolhe-os-nomes-vinicius-e-tom-para-os-mascotes-dos-jogos-olimpicos-e-paralimpicos-rio-2016

http://norio2016.blogspot.com.br/2011/04/simbolos-olimpicos-o-juramento.html


DANTAS, Gabriela Cabral Da Silva. "Origem dos Jogos Olímpicos"; Brasil Escola.
http://www.espacoeducar.net/2012/08/os-simbolos-olimpicos-aneis-olimpicos-e.html

A medalha olimpica       https://linhadosnove.wordpress.com/2012/05/


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domingo, 8 de maio de 2016

"Para século 21, o importante é 'aprender a aprender' ". O conceito de autodidatismo. Novos métodos de ensino. Críticas ao Ensino Médio atual

 Valquíria Barros.  Colhendo algodão na fazenda 
Pintura Naif (autodidatismo)   

“À educação cabe fornecer, de algum modo, os mapas de  um mundo complexo e constantemente  agitado e, ao mesmo  tempo,  a bússola que permite navegar através dele.”
      Jacques Delors

Este post me foi inspirado pela publicação de Thiago Varella, colaborador do UOL Educação em Campinas (SP), publicada em 23 de abril, sob o título:  Para o século 21, o importante é 'aprender a aprender'.    

Achei muito importante a matéria, não só para nós professores, como também para estudantes,  pais e o público em geral, vez que aprendemos  por toda a vida.  A matéria me fez refletir ainda, sobre a Teoria das Múltiplas Inteligências, que abordo no seguinte post:  

Howard Gardner e sua Teoria das Inteligências Múltiplas. 9 tipos de inteligência que a escola deve valorizar. O que é o TESTE de QI ?


Impressionou-me na matéria, a abordagem do autodidatismo, que nos remete ao  relatório da Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI, da UNESCO, presidida pelo francês Jacques Delors, de  1992  a 1996, que aponta os Quatro Pilares da Educação, registrados no livro " Educação, um Tesouro a descobrir", por ele coordenado. 
Com base na visão daqueles quatro pilares do conhecimento, os processos educativos  de ensino- aprendizagem voltados apenas para adquirir conhecimento, objeto prioritário da escola, deverão  dar lugar a propósitos mais permanentes,como ensinar os educandos a pensar, comunicar-se,  pesquisar, ter raciocínio lógico, sintetizar, fazer elaborações teóricas, ser independentes, autônomos, aprender a viver e conviver. Vejamos:

1-  Aprender a conhecer
Valoriza a curiosidade, a autonomia e a atenção permanentes. 

2-  Aprender a fazer
A  rápida evolução das profissões pede que o indivíduo esteja apto a enfrentar novas situações de emprego, a trabalhar em equipe, desenvolvendo o espírito cooperativo e de humildade, tão   necessários ao trabalho coletivo.

3- Aprender a conviver
No mundo atual, este é um importantíssimo aprendizado. Valoriza-se quem aprende a viver com os outros, a compreendê-los, a desenvolver a percepção de interdependência, a administrar conflitos, a participar de projetos comuns, ter prazer no esforço comum.
4- Aprender a ser 
 aprendizagem precisa ser integral, não negligenciando nenhuma das potencialidades de cada indivíduo. Com o  ritmo acelerado  da sociedade atual, gerando mudanças rápidas provocadas pelas  novas tecnologias, e a competição por lugares de destaques,   nos obrigam a constantes  adaptações  aos  novos contextos sociais. Portanto, impõe-se pensar a educação  para a vida e ao longo  de toda a vida.

O  autodidatismo 
'Aprender a aprender' é Autodidatismo, ou seja, o ato de estudar e adquirir instrução por si mesmo, dispensando a orientação de professores. Segundo o site significados, a palavra autodidata é adjetivo e substantivo de dois gêneros, utilizada  para designar uma pessoa que tem a capacidade de aprender algo por conta própria, sem o auxílio de um professor. Alguém que aprende alguma coisa sozinho: um instrumento musical, um idioma etc.   
Exemplo: Ela é autodidata em inglês e piano.

A REPORTAGEM 
Vamos agora ao teor da reportagem de Thiago Varella, que fiz uma arrumação didática, para facilitar a  compreensão do nosso público.   Acompanhe !

" Para enfrentar os desafios do século 21 não basta frequentar as aulas e decorar conteúdo. É preciso mais. Uma das habilidades necessárias é a de aprender a aprender. Ou seja, de maneira autônoma, o estudante precisa saber não só o que, mas também
precisa saber como estudar" . 

"Trata-se de desenvolver capacidades para você aprender com disciplina, foco, precisão. E isso pressupõe criatividade, responsabilidade e concentração", explica o professor Sergio Ferreira do Amaral, da Faculdade de Educação da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) para quem aprender a aprender está muito próximo do conceito de autodidatismo.

Simone André, gerente-executiva de Educação do Instituto Ayrton Senna, tem um conceito parecido. Para ela, aprender a aprender é "a autonomia do estudante em gerir sua própria aprendizagem."

Ou seja, não basta mais para um estudante ficar sentado na sala de aula, recebendo um amontado de conteúdo e sentir que o trabalho todo está feito ao, simplesmente, estudar para uma prova.  Segundo os especialistas, o aluno precisa assumir um papel de protagonista nos seus estudos e aprender como estudar aquilo que é de seu interesse.

"É necessário dar ao aluno a escolha do seu caminho. E isso, claro, passa por dar a metodologia de avaliação, ou seja, a prova, levando em consideração o que o aluno quer aprender", afirmou Amaral.

Mudanças no ensino tradicional

Mas, se o estudante precisa ser protagonista, desenvolver habilidades de estudo e ter autonomia, como fazer tudo isso dentro de um sistema que continua antigo? 

Não é tarefa fácil. Para os especialistas, mais do que orientar um aluno a como estudar, ou um professor a como estimular esse aluno, é preciso mudar o sistema. Para Simone, o ensino médio ainda está pouco conectado à realidade.

" Desenvolver habilidades e competências dentro do ensino como ele é hoje é como jogar futebol dentro de um elevador. No máximo, dá para fazer embaixadinhas, mas é impossível jogar bola", diz Simone André, gerente-executiva de Educação do Instituto Ayrton Senna

O professor Sergio Ferreira do Amaral também faz inúmeras críticas ao ensino médio atual. Segundo ele, atualmente, o aluno se depara com um conteúdo pré-estabelecido e faz um estudo de memorização.

"Hoje, a escola tem um conteúdo programático fechado, uma grade curricular pré-estabelecida e um caminho pré-traçado. Só que o aluno não pode ir à escola para passar no vestibular. O vestibular é só um processo de avaliação. Isso é um grande problema", afirmou.
Mas, mesmo com métodos convencionais, com aulas tradicionais, expositivas, dentro de sala de aula, o professor tem um papel fundamental de estimular os alunos a aprender a estudar.

Novos Métodos de Ensino 
Segundo Simone André existem algumas metodologias que ajudam o professor a trabalhar com um tipo de ensino mais voltado aos estudantes e suas expectativas. Uma delas é a problematização.

O professor pode trabalhar em sala de aula muito mais por meio de perguntas do que por respostas. São essas perguntas que induzem o aluno ao pensamento e à construção do conhecimento na sala de aula", diz Simone André.

Outra metodologia é o trabalho colaborativo. Ao apresentar temas mais complexos do que os habituais, o professor pode orientar os estudantes a trabalharem em times. Com isso, os alunos conseguem perceber que mesmo problemas grandes e complicados podem ser resolvidos.

Uma terceira metodologia é a da posição do professor em relação ao aluno. Sem perder o nível de exigência com os estudantes, o professor precisa adotar uma postura de aproximação e construir com cada um uma relação de autonomia.

"A presença pedagógica do professor em aula é de exigência e de acolhimento", diz Simone. Uma metodologia que estimula o aprender a estudar é a educação por projetos. 

O principal é que o estudante aprenda a construir coisas e resolver problemas. E, finalmente,  segundo Simone, é fundamental formar leitores e produtores de texto.

E o aluno faz o quê?
Mas, e o estudante? Não há nada que ele possa fazer para aprender a estudar e para assumir um papel de protagonismo na sala de aula? Claro que há. Não é por acaso que os campeões dos vestibulares adotam diversas estratégias e métodos de estudo que vão além da sala de aula.

Ler um jornal diário e livros que não estão na lista dos vestibulares ou visitar museus e mostras de arte também são estratégias de estudo. O problema é que muito disso não é estimulado em sala de aula.

"São poucos os estudantes que têm isso como um aprendizado autodidata. Você tem uma grande parte de estudantes que precisa que a escola desenvolva essas referências. Os bons estudantes utilizaram esse tipo de metodologia por conta própria", afirma Simone.


"Esses estudantes que vão muito bem no vestibular percebem a educação como algo mais amplo. Por conta própria, acabam incorporando uma obrigatoriedade ou uma disciplina de desenvolver atividades relevantes fora da sala de aula", afirma Amaral.

Na sala de aula
No dia-a-dia da sala de aula, o professor acaba se deparando com um desafio ainda maior. Edison Lins é professor da rede estadual de ensino em Campinas e sempre buscou ir além do currículo básico com seus alunos.

Visitas a grandes universidades ou a museus na cidade de São Paulo fazem parte do estímulo que o professor vê como fundamental a seus alunos. Não por acaso, neste ano, um aluno seu de uma escola pública de Campinas passou no vestibular de medicina na Unicamp aos 16 anos de idade.

Para Lins, o aluno não percebe automaticamente que é possível buscar por conta própria novos conhecimentos. "O estudante precisa ser levado a ter interesse e motivação e perceber que é possível aprender a aprender, ou seja buscar novos conhecimentos, aquilo que não sabia e compreender melhor o que já sabia por experiência", afirmou.

Aprender a aprender, também é apreender, perceber, captar. Isso nunca será dado plenamente pelo professor, o aluno tem de assumir parte ativa no processo que só se realiza com a interação das várias partes envolvidas",diz o professor da rede estadual de SP." 

Fonte: Varella, Thiago. Colaboração para o UOL, em Campinas (SP).  Para século 21, o importante é 'aprender a aprender'. 23/04/2016. Disponível em: 
http://educacao.uol.com.br/noticias/2016/04/23/para-seculo-21-o-importante-e-aprender-a-aprender.htm
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